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Sociedade
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#COMENTÁRIO
De uns tempos para cá, temos ouvido falar
sobre esta nova droga no meio da garotada das festinhas musicais chamadas
raves. Absurdamente são apresentadas em papéis embebidos chamados de “blotters”,
com estampinhas diversas impressas.
Não posso falar muito, pois sou um
ex-fumante de cigarros, mas as “fichas ainda não tinham caídas” e me orgulhava
de meus filhos detestarem o cheiro da fumaça de cigarros e deixarem isso bem
claro, até que um dia meu filho mais novo apresentou-se a mim, fumando... Eu já
tinha parado há tempos atrás. O nó na garganta, o sentimento de impossibilidade
de lhe falar para parar com isso, de lhe dizer que aquilo era ruim... Antes mesmo
de eu pensar em lhe falar algo, ele já me olhava querendo me dizer: - “Você
também já fez isso...” E isso era só um maço de cigarros...
Agora lendo essa reportagem abaixo, que
dá início à matéria sobre a droga, cita-se levemente sobre a morte do estudante
na USP há dias atrás. Recordo-me de ter ouvido em jornais televisivos o desespero
dos pais, quando aventaram essa possibilidade do uso drogas, em dizer que seu
filho não era um drogado, que era um garoto estudioso e que se projetava para
um futuro brilhante...
Ah, filhos... Ah, drogas...
#Disse
Carlos Leonardo
Fonte: Folha
de São Paulo
#CONVITE
Tem filhos jovens? Cuide-o.
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