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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Haitianos se espalham por empresas do interior do Estado de São Paulo

Victor (à esquerda), que veio do Haiti, e Amadou Gana, de Mali, trabalham em São Carlos

#COMENTÁRIO

Está aí um assunto no mínimo intrigante. Eu mesmo já me deparei com esse pessoal em uma empresa em que recentemente trabalhava. São pessoas esforçadas no trabalho, quase sempre contratados com baixos salários, desqualificados profissionalmente. Por onde eles se encontram, há uma mistura muito grande de dialetos ininteligíveis para nós brasileiros. Para as indústrias e a construção civil, eles caíram como “uma luva” a procura de mão de obra nessas áreas. Os brasileiros estão se especializando mais e os que não o fazem, não aceitam serviço pesado...
O que deveria estar ocorrendo é o incentivo ao brasileiro estar completando essas vagas em vez de estarem voltados à vadiagem e ao crime. As dificuldades existentes no mundo são muito grandes, mas há aqui dentro uma enormidade de desamparados pelo sistema. Deveriam esses, serem os primeiros a estarem realizando seus sonhos de vida.
Em suma, primeiro deveríamos cuidar de nosso quintal para depois ajudar o vizinho a resolver seus problemas...

#Disse

Carlos Leonardo

Fonte:


#CONVITE

Você acha justa a presença desses estrangeiros no mercado de trabalho?

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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Emprego menos qualificado trava PIB




#COMENTÁRIO

Longe a ideia de querer ser mais realista que o rei, mas era muito provável que o que está acontecendo agora poderia ser previsto à uns tempos atrás. A meritocracia da ideia de se elevar as propostas de trabalho às classes mais carentes, mais desamparadas pela sociedade não pode ser discriminada e atacada por outras correntes de pensamento econômico.
Porém, partindo de um partido político cujos objetivos sempre foram enxergar a falta de emprego pela ótica do trabalhador e considerando que a grande quantidade de adeptos dessa ideia, foi de trabalhadores menos qualificados no mercado, analistas dessa área deveriam ter antecipado que o inchaço de utilização dessa mão de obra traria um custo maior (pela quantidade de elementos) na produção com uma conseqüente queda no final produzido, motivado pelo incentivo governamental apontado apenas a uma direção no mercado de trabalho.
Agora, tenta-se apontar os incentivos para outra classe de trabalhadores e provavelmente acontecerá a mesma coisa. Haverá queda produtiva e encarecimento do custo de produção novamente. Economicamente falando, não se pode incentivar apenas um ou outro elo da cadeia produtiva em detrimento às outras...

#Disse

Carlos Leonardo