#COMENTÁRIO
Enquanto na Argentina ameaça com calote às dívidas externas, o Brasil
por sua vez, começa a dar calote às suas próprias empresas. Não é intenção
desta coluna de comentários entrarmos no mérito de falar sobre política,
principalmente nesta época em que qualquer coisa pode dar margem a discussões
por parecer campanha eleitoral pró ou contra quem quer que seja.
Mas, em qualquer tempo, de eleição ou não, este tipo de notícias e
informações não chegam ao conhecimento da população facilmente. E quando são
veiculadas na mídia jornalística, são feitas de uma maneira a não chamar
atenção, muito discretamente.
Aí está um problemão para os próximos governantes, quer sejam de um
partido ou outro; dívidas programadas ou emergenciais (tapa buracos) contraídas
em mandatos anteriores nos últimos dez anos estão sendo engavetadas e guardadas
a sete chaves, como presente ao vencedor do pleito.
Tudo isso para amparar manipulação de resultados do País, apresentados
pelos governos. E quando acordamos das festas de fim de ano, pós-eleições,
estaremos recebendo de braços abertos os custos do calote governamental. É só
esperar para ver...
#Disse
Carlos Leonardo
Fonte: Folha
de São Paulo
#CONVITE
Você acha justo isso?
Dê sua opinião (clique no título da matéria para comentar).

