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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Comerciante é detido após criticar ação de PMs nas redes sociais


Crítica de Claudionor Lima (em amarelo), publicada no Facebook horas antes de ele ser detido por PMs


#COMENTÁRIO

Nós cidadãos, temos que ser e somos eternamente gratos pelos serviços prestados pelas corporações policiais. Reconhecemos as dificuldades com que trabalham, às vezes fazemos piadinhas, mas no fundo, no fundo, sabemos que estaríamos em mau lençóis sem a presença do policiamento próximo a nós. Digo isso porque em hipótese nenhuma, poderemos generalizar os atos no mínimo desrespeitosos que às vezes nos deparamos. Esse caso de Maringá é um exemplo típico da soberba e intocabilidade que atinge alguns elementos da corporação. Por fazerem parte de uma respeitada corporação, acham-se acima das leis e dos direitos do cidadão que deveria estar protegendo.

PM Cordeiro (de prata) posa ao lado de Claudionor Lima,
 preso após criticar o policial no Facebook          
O ato cometido por estes dois policiais, ao que parece, um deles era graduado, pode-se ser considerado como vil, ultrajante, inquisidor e de uma falta de respeito sem medidas. Não se pode por poderes nenhum ir até a casa do cidadão, coagi-lo, algemá-lo e depois transportá-lo em uma viatura sem uma ordem judicial, eles não têm poder para isso. O pior disso tudo mostrando total despreparo e desconhecimento das regras da própria corporação, fazem essa tolice toda sem farda, com viatura de serviço, postam fotos em poses de prisão em redes sociais e como se não bastasse, ainda publicam comentários na rede social vangloriando-se.
Marcelo Frank Siqueira (de preto) prende Claudionor Lima,
        após este criticar ação policial no Facebook

Não sei se é para ter raiva ou chorar pelas atitudes, foi muita ignorância o que fizeram, se expuseram a tudo o que um advogado quer. Isso poderá custar processos cíveis e também militar dentro da corporação. Oooo ato impensado...

#Disse


Carlos Leonardo



#CONVITE

Como você vê esse fato ocorrido?

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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

64% de professores relatam bullying entre alunos na internet


No Colégio Dante Alighieri, em São Paulo, professores de todas as disciplinas trabalham a questão das intrigas virtuais nas aulas (Foto: Ana Carolina Moreno/G1)


#COMENTÁRIO

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.  

Estava de manhã escrevendo meu comentário para a postagem e como todo dia, faço-o ouvindo jornais comentados pelo rádio. Passei por várias estações e o assunto do dia era o mesmo: - “bulliying na internet”.

Não vou aqui neste comentário entrar no mérito da questão, os traumas e opressões que sofrem os afetados pelo bullying, por ser motivo já amplamente divulgado, analisado e comentado pela mídia, vou me ater ao que está por trás todas essas notícias.

Os pais e nós avos, estamos criando “bichinhos cor de rosa de apartamento”. Digo isso porque neste mundo em que vivemos com tecnologia de ponta, que nos assusta, que não faz parte de nossa realidade, que temos dificuldade de assimilar, e ainda com essa agressividade incomensurável e descabida, temos o instinto até animal, de proteger nossos filhotes.

Gabriela, ao lado de Alexandre, diz que colegas de
sala usam o Secret para enviar indiretas ofensivas
uns aos outros (Foto: Ana Carolina Moreno/G1)


O problema se torna grave quando os colocamos em uma redoma de vidro e abrimos as asas sobre eles. Não damos oportunidade de crescimento sustentável de vida a eles. Os meninos estão se tornando uma coisinha indefesa e frágil, sem os rompances de garotos e quando o instinto de adolescente se faz mais forte, trocam os pés pelas mãos e só fazem besteiras e à vezes tomam atitudes agressivas à sociedade. Estamos nós, adultos, deixando-nos levar por problemas que deveriam ser resolvidos por eles, isso faz parte de seu crescimento. Problemas de adolescentes. Proteja-os dos bandidos que agem de todas as maneiras e por todos os motivos, isso é a parte dos pais. Quem em sua adolescência não sofreu “bullying”? Pare e pense um pouco... Não estamos exagerando?







Claudia Mestieri, mãe de Sofia, não tem Facebook,
mas checa o histórico de buscas das filhas na
internet (Foto: Ana Carolina Moreno/G1)


#Disse

Carlos Leonardo

Fonte: Globo.com


#CONVITE

Não estamos exagerando na proteção?

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Colégio Oswald de Andrade permite uso de tablets

com fins pedagógicos (Foto: Divulgação/Colégio
Oswald de Andrade)