#COMENTÁRIO
Esta é a urgência que se apresenta com maior proximidade a nós. Nossos
lixos gerados e entregues de maneira desordenada, misturada. Temos que ter
consciência de que cada sacolinha
cheia de lixo que entregamos ao serviço de coleta representa um aumento da grande
carência de processos por trás do ato de retirar de nossa casa.
Até hoje, estes resíduos têm sido empilhados e compactados em terrenos
baldios formando assim bolsões de formação de gases incendiários. Desconsiderando o tempo a ser decorrido para
reutilização desse terreno, há ainda a contaminação
das áreas próximas e dos ribeirinhos que vão formar grandes rios, quando da existência
de chuvas.
Em cidades maiores do interior,
isso já não é mais possível, e para atender às suas necessidades, se utilizam
de terrenos em municípios menores nas circunvizinhanças, pagando-se por isso. Prefeituras
carentes de verba aceitam o depósito desses resíduos sem sequer analisar o risco à saúde de seus munícipes, à
contaminação de seu solo, de seus rios.
Em países mais desenvolvidos esse serviço tem um caráter colaborativo
entre a administração pública e os munícipes. Há toda uma constante evolução
industrial se desenvolvendo com a finalidade de encontrar um meio mais seguro
retornar a parte não reutilizável desses resíduos à natureza. As coletas são feitas com base na prévia separação do lixo gerado pelas famílias ou
indústrias. O nosso problema é que ainda jogamos embalagens e bitucas de cigarro em pleno leito
carroçável em todas cidades braslieiras...
#Disse
Carlos Leonardo
Fonte: Jornal do Brasil
#CONVITE
Nós estamos
preparados para partimos para uma política real de sustentabilidade?
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