segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Prédio vazio há mais de dez anos pode?


Cidadania







#COMENTÁRIO


Há poucos dias atrás, comentei e me posicionei aqui contra a invasão do prédio da Avenida São João, em São Paulo. Recebi uma contestação de meu ponto de vista através de página no Facebook, me mostrando um texto em que se baseia o MTST em que um dos meios válidos para forçar ao proprietário a ceder o imóvel sem uso aos necessitados, através da invasão (em que chama de “tomar posse”). Não deixa de ser um ponto de vista para o problema e o respeito, porém não assimilo a ideia.
Agora leio este artigo da professora Raquel Rolnik (Arquiteta e Urbanista, professora na USP), e tenho que me declarar totalmente de acordo às suas ideias.
Agora vejo uma abordagem real nas bases da lei, quando diz que não pode haver imóvel ocioso e vazio nas áreas urbanas, que elas devem a revelia de seu proprietário devem ser ocupadas por pessoas que a necessitem. Mas isso é feito através da lei, não através de invasão de domicilio. Um órgão oficial governamental habilitado define e parametriza essa ocupação, mediante pagamento ao proprietário. Uma entidade representativa de movimentos sociais não pode em hipótese alguma ser considerada um organismo governamental, ela só representa uma parcela da população e não seu todo. O que revolta a população de uma maneira geral, é a forma, a maneira de se fazerem as coisas acontecerem...

#Disse

Carlos Leonardo



#CONVITE

Como você vê essa situação?

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domingo, 21 de setembro de 2014

Carro, celular e geladeira são cortados e mostram perda de fôlego da classe C


Sociedade







#COMENTÁRIO

Era de se esperar que essa ilusão de classe média emergente não durasse muito. Embalados pelo quadro pintado por um governo que melhora seu índice per capita incentivando o consumo e não a produção, o brasileiro ascendente está começando a se sentir em uma armadilha de consumo alto e renda curta. Já é possível se ver os índices de inadimplência começar a sair da linha de estabilização e agora começam a medir também o poder de compra dessa classe média ascendente.

Vê-se que pequenas coisas e regalias conseguidas não se sustentam, existe um abismo que está se abrindo entre o que acreditaram e o que realmente existe aí. A verdadeira classe média já vinha se sentindo achatada nos últimos anos e se sentiu completamente extinta quando a classe C passou a ser chamada de classe média emergente. A ilusão da elevação consumista animou a produção industrial que agora começam a medir estoques enormes parados à espera de um comprador que emergiu sem qualquer experiência de administrar seu parco dinheirinho que havia se elevado. As possibilidades dessas pessoas estarem completamente endividadas muito em breve, são enormes. E como sabemos “decor”, quanto menos se vende, mais desemprego, e quanto maior o desemprego, menos dinheiro no bolso para comprar. É a lógica da macroeconomia, não tem como mudar...

#Disse

Carlos Leonardo



#CONVITE

Você acredita em uma situação diferente para a sociedade?

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Gritos de 'branquelo' contra Aranha é crime racial, afirmam advogados


Cidadania








#COMENTÁRIO

Começo o comentário com um questionamento. Quem já não correu atrás de uma bola em um campinho de bairro, num terreno baldio, na rua...
Se você é um feliz craque que não teve um futuro brilhante no futebol ou mesmo um “perna de pau” sem jeito para o negócio, sabe muito bem o que vamos comentar, você certamente  já vivenciou isto. Estou falando do que se diz do lado de fora das quatro linhas, da calçada, dos ficaram encostados nas cercas à espera de uma chance de entrar na grande peleja que está sendo disputada às custas de caneladas e torções infindáveis, tombos... Quantos tombos!
Pois é, os tombos não importam aqui, o que importa é o que dizem, o que lhe chamam quando erra um lance, quando você joga mal e o outro quer entrar em seu lugar... Se lembra? É disso que quero comentar, traçar um paralelo com os nossos queridos heróis, jogadores de vidro, sensíveis, sempre tão cansados... Longe de ater-se ao mérito da questão do racismo, que deve ser punido mesmo, e essas punições têm que ser caras... Caras em dinheiro, caras em moral. Um racista não merece a menor consideração.

Mas aonde quero chegar é a sensibilidade dos jogadores especialmente, num esporte que até pouco tempo atrás era considerado de machos, de homens, era demonstração de habilidade, resistência, agilidade e força bruta, de uma hora para outra nossos heróis do futebol passam a chorar em público por nada, passam a serem sensíveis por qualquer coisa que falem, levando a extremos de processos cíveis por qualquer motivo e aquilo que deveria ser um espetáculo, passa a ser uma demonstração de poderio advocatício e um toma lá da cá na mídia, um "ping pong" entre o ofendido e o ofensor.

Não tem algo errado em tudo isso?

#Disse

Carlos Leonardo



#CONVITE

Você não acha nossos jogadores tão frágeis, tão sensíveis?

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