Medicamento Afrezza pode substituir injeções no
controle glicêmico. Níveis de insulina são alcançados até 15 minutos após
administração.
#COMENTÁRIO
Mais um instrumento de ajuda
aos diabéticos está por chegar... Muito embora ainda não seja a solução
definitiva para o problema, é acima de tudo um paliativo que vem agregar mais
qualidade de vida ao já sofrido diabético dependente de insulina. O desconforto
das injeções constantemente pode ser quebrado pela metade de aplicações e em
alguns casos, totalmente, segundo os informes distribuídos.
Aguardaremos com muita
esperança a chegada do medicamento ao Brasil.
#Disse
Carlos Leonardo
Fonte: Globo
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A Agência de
Alimentos dos Estados Unidos (FDA) aprovou no país a comercialização da
insulina inalável Afrezza, medicamento de ação rápida e que substitui as
injeções para o controle glicêmico em pessoas que têm diabetes.
É uma nova
opção de tratamento para pacientes com diabetes que devem usar insulina antes
de ingerir alimentos.
A aprovação ocorreu no fim de junho. O Afrezza consiste na inalação do pó em um pequeno inalador, de fácil uso. O produto dissolve-se rapidamente quando atinge o pulmão e fornece insulina rapidamente para a corrente sanguínea.
A aprovação ocorreu no fim de junho. O Afrezza consiste na inalação do pó em um pequeno inalador, de fácil uso. O produto dissolve-se rapidamente quando atinge o pulmão e fornece insulina rapidamente para a corrente sanguínea.
Um comunicado
divulgado pela MannKind, laboratório que produziu o medicamento, informa que os
níveis de insulina são alcançados de 12 a 15 minutos após a administração. Mas
a FDA adverte: o medicamento deve ser utilizado em combinação com uma insulina
de ação lenta em pacientes com diabetes tipo 1 e não é recomendado a pessoas
que fumam ou tratam cetoacidose diabética.
Antes da aprovação, testes foram realizados com mais de 3 mil participantes, portadores de diabetes tipo 1 ou tipo 2. Ainda não há previsão para a venda do medicamento no Brasil.
Dados sobre a doença
A diabetes é
uma doença que atinge cerca de 347 milhões de pessoas, segundo dados da
Organização Mundial de Saúde. Se bem controlada, ela não prejudica a qualidade
de vida do paciente; porém, se não houver o controle adequado, o diabético pode
ter riscos de problemas na visão, nos pés e também nos rins, nervos e coração. A doença também favorece o aumento de
problemas cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Para
metabolizar o açúcar, ou seja, quebrar suas moléculas e aproveitá-lo como
energia nos tecidos muscular e gorduroso, o pâncreas produz insulina. Pessoas
com resistência a esse hormônio têm dificuldade de executar o processo, e aí o
açúcar se acumula na corrente sanguínea.
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