sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Acordo pode tirar Ferroanel do papel





#COMENTÁRIO

Quando as coisas são feitas pelas cabeças, estamos aqui para crucificar, porém quando existe um programa que pode nos trazer benfeitorias devemos enaltecê-los. Esse projeto de criação do Ferroanel é uma grata notícia aos nossos anseios. Para os paulistanos em especial significa a diminuição de veículos pesados nas cercanias da cidade, consequentemente, melhor fluidez no trânsito de veículos de passeio e diminuição de acidentes de grande monta financeira.

Uma possível expansão das linhas de transporte de urbano, poderá com algumas adaptações retirar veículos em circulação da área central da cidade. Mais uma vez salientamos que este projeto não seja apenas mais um projeto eleitoreiro e passe para efetivação o mais breve possível.

#Disse

Carlos Leonardo



#CONVITE

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DIMMI AMORA - DE BRASÍLIA - 12/09/2014  

Os governos, federal e de São Paulo chegaram a acordo em torno de novo passo para viabilizar a construção do Ferroanel de São Paulo. Foi acertado que o governo paulista fará o projeto básico da obra e dará início ao processo de obtenção da licença ambiental. A União repassará R$ 11 milhões ao Estado para custear as duas iniciativas. A expectativa é que o projeto, que ficará a cargo da Dersa, empresa paulista de estradas, esteja concluído em um ano.
A obra do Ferroanel é considerada essencial para o transporte de cargas no Estado por acabar com as passagens de trens pela área central da cidade de São Paulo. Planejada desde a década passada e anunciada várias vezes, ela ainda patina na burocracia estatal. O plano é construir dois trechos ferroviários, um ao sul e outro ao norte da região metropolitana, em trajetos próximos aos do Rodoanel. Os últimos detalhes do novo acordo estão sendo acertados entre o secretário de Logística e Transporte de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni, e o presidente da EPL (Empresa de Planejamento e Logística), Josias Cardoso, do governo federal.
Segundo Pelissioni, o projeto vai balizar a decisão sobre o modelo a ser adotado para a construção das ferrovias, que pode envolver obra pública ou privada. "O projeto e o licenciamento vão adiantar muito a construção e também dar mais segurança para governo e possíveis investidores tomarem as decisões sobre como realizar a obra", disse Pelissioni. Na última vez em que anunciou a construção do Ferroanel, em 2012, a intenção do governo federal era promover uma concessão específica. Mas o projeto empacou porque parte das linhas já está concedida e os atuais concessionários não aceitaram devolvê-las ao governo.
As negociações com as duas concessionárias que têm trechos do Ferroanel, a ALL Logística e a MRS Logística, continuam, e a tendência atual é que o governo passe a elas a responsabilidade pela construção, sob a condição de que as vias possam ser usadas por outras companhias depois de prontas. Por causa dos atrasos, parte dos carregamentos que hoje utilizam as linhas ferroviárias terá que ser transportada por caminhão em um ou dois anos.
Isso vai acontecer porque o transporte de passageiros tem prioridade na linha. Como a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) tem aumentado cada vez mais o uso das linhas, os períodos para a passagem dos trens de carga estão cada vez mais restritos. A previsão, portanto, é que os períodos para a carga acabem antes que a obra do Ferroanel fique pronta para assumir esse transporte, segundo Pellissioni. 

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